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12 março, 2014

AC/DC lança barril de cerveja no Brasil


Em agosto do ano passado, o AC/DC lançou oficialmente sua cerveja no Brasil.

E nesse ano a banda, junto com a cervejaria alemã Kalsberg e os representantes brasileiros, estão lançando o barril com 5 litros da bebida.

A cerveja alemã do AC/DC está selada com a tradicional lei de pureza alemã de 1516, que instituiu que uma pura cerveja nacional deve ser fabricada apenas com os tradicionais ingredientes: água, malte de cevada e lúpulo.

Para o lançamento do barril no Brasil, a loja AC/DC Brasil Store (www.acdcbrasilstore.com.br) traz apenas 300 unidades e aquele que comprar uma dessas até o dia 15 de abril, concorrerá à uma guitarra Gibson SG Signature do Angus Young!

Clique aqui para saber mais sobre a promoção.

Fonte: Whiplah.net

16 março, 2013

Como não Gostar de AC/DC ?


Não é uma regra. Mas no rock n’ roll existem certos padrões, como por exemplo, gostar de Beatles é quase uma unanimidade entre os rockers, assim como Rolling Stones ou Led Zeppelin. Mas mesmo esses dinossauros ainda possuem uma ou outra rejeição, como no caso do Led que é acusado continuamente de plágio; os Beatles por terem sido o Restart de sua época; e o Rolling Stones por ser superestimado. Quem conhece um pouco a fundo a história do rock, sabe que todos esses argumentos não passam de baboseira sem fundamento, tampouco abalam a carreira fantástica dessas bandas.

Outro dinossauro do rock que muitas vezes é posto num patamar inferior aos citados é a banda australiana AC/DC, que mesmo sendo de fora do eixo Inglaterra / Estados Unidos, conseguiu desde seus primeiros anos mostrar que tinha muita qualidade, sempre liderada pelos irmãos guitarristas Malcolm e Angus Young.

Desde a entrada do carismático vocalista Bon Scott para a banda na primeira metade dos anos 70, eles obtiveram sucessos em sua terra natal, com discos que hoje em dia são tidos como clássicos como “High Voltage”, “TNT”, “Let There Be Rock” e “Powerage”. Mas o sucesso mundial absoluto que os colocaria no topo das paradas viria com “Highway To Hell”, de 1979, que possui canções que a banda executa até hoje, como a faixa título, “Girls Got Rythm” e “Shot Down In Flames”.

Um ano depois, o sucesso e a carreira da banda foram postos à prova de forma drástica, com a morte do vocalista Bon Scott, engasgado em seu próprio vômito após uma bebedeira. Nessa época ninguém sabia o que esperar da banda e ao que parecia o fim do grupo era irremediável, pois substituir um ótimo vocalista como Bon, um cara que era a imagem da banda ao lado de Angus não seria nada fácil.

Ledo engano. Cinco meses após a morte do vocalista (!), a banda anunciaria seu substituo, o inglês Brian Johnson, que com seus vocais roucos e presença de palco cativante conseguiu de forma inimaginável sobrepor a imagem de Bon com os fãs da banda rapidamente. Grande parte desse mérito se deve ao lançamento dois meses após sua entrada do best seller da banda, o clássico absoluto e álbum mais vendido da história do rock, “Back In Black”, que continha um rock cru como de costume, mas com uma produção azeitada, guitarras precisas e excelentes dos irmãos Young e cozinha extremamente competente formada pelo baixista Cliff Wiliams e pelo batera Phill Rudd.

Dali a banda voaria alto sem turbulências na história do rock, sempre com turnês gigantescas e apresentações antológicas, lotando todos estádios e festivais que passaram. É óbvio que lançaram discos não tão inspirados no decorrer das décadas, porém cada bolacha possui um ou dois petardos que muita banda sonharia em gravar.

Quando se fala em AC/DC, há uma acusação constante de que a banda se repete, que cria as mesmas melodias desde seu princípio, que não possui criatividade artística. Tão besteira quanto às acusações a outras bandas do começo do texto. A banda tem sim um estilo próprio, que sempre foi o de fazer rock direto ao ponto, com ótimos riffs do sensacional figura Angus Young, com a segurança de seu irmão, o subestimado Malcolm. Porém isso não quer dizer que a banda se repita, pelo contrário. No meu ponto de vista eles foram sim fiéis ao seu estilo, ao que acreditam desde quando muito novos, no rock como forma de diversão, de extravasar seus sentimentos, como fonte de energia. Tanto que o interesse dos jovens pela banda segue existindo ao redor do mundo, pois eles transmitem essa vitalidade tão característica na adolescência.

São 40 anos do mais puro rock n’ roll, sempre em altíssimo nível, dando ao AC/DC crédito para adentra ao olimpo do rock, não deixando nada a desejar a nenhum dos outros monstros.

Caso um alienígena pousasse na Terra e perguntasse do que se trata esse tal de rock n’ roll, responderia de primeira entregando em suas mãos o “Back In Black”, pois ali está a tradução extrema do que se trata esse ritmo que tanto nos fascina.

Fonte: Ideologia do Rock - Por: David Oaski

07 agosto, 2012

ANGUS YOUNG FUCK: 1 ano de Fã Clube


Dia 07/08/2011 a um ano atras foi criado o blog Angus Young Fuck, projetado por fãs de AC/DC e do Angus Young para homenagem seu grande idolo.

Como eramos muito fãs de AC/DC, e ainda não tinha nenhum Fã Clube dedicado ao Angus Young, resolvemos começar criando um perfil no Orkut com uma simples ideia de homenagear o Angus, ai criamos o Blog, Twitter, Facebook...etc para deixar os Fãs de AC/DC informado sobre tudo da banda. o Fã Clube foi crescendo cada vez mais ganhando varios seguidores e parcerias, assim tornando-se o Primeiro e Maior Fã Clube dedicado ao Angus Young.

Com o passar do tempo conhecemos varias pessoas que ajudaram ou ajudam a colaborar com o Fã Clube, como Victor Hugo dono do @ACDCVersos (ex @_ACDCFrases) que sempre esta ajudando nas divulgações e admistração do blog. e também um grande amigo Cristiano Jr que deixa os fãs informados postando as noticias mais recentes do AC/DC.

O ANGUS YOUNG FUCK é um Fã Clube não Oficial criado de Fãs para Fãs, agradecemos a todos que visitam nosso blog, nossos seguidores e todos os fãs que ajudam nosso Fã Clube a crescer cada vez mais. OBRIGADO


25 julho, 2012

Back in Black completa 32 anos

Hoje o álbum Back in Black do AC/DC esta completando exatos 32 anos.


"Back In Black” foi lançado em 1980, e até hoje já vendeu 49 milhões de cópias, sendo o 3º álbum mais vendido da história, ficando atrás, somente do “Thriller” do Michael Jackson e "The Dark Side of the Moon" do Pink Floyd. Até hoje é considerado um dos álbuns mais importantes do Rock’n Roll, sendo influencia para músicos do mundo todo. Na humilde opinião do escritor do blog, o melhor álbum de rock de todos os tempos!

Angus Young (guitarra solo): “Fizemos um álbum, não fizemos singles, não fizemos 10 singles, fizemos um bom álbum.”

Malcolm Young (guitarra base): “Queríamos arrepiar todo mundo.”

Robert John (Mutt) Lange (produtor): “Começaram a levar o Rock’n Roll para outro nível melódico".”

Cliff Williams (baixista): “Trabalhávamos o tempo todo naquela época. Se não estávamos em turnê, então estávamos no estúdio.

O AC/DC estava no auge, com o álbum “Highway To Hell”, quando foi surpreendido pela morte do vocalista Bon Scott (afogado no próprio vomito, após bebedeira). A banda ficou chocada, e sem saber seus destinos dali para frente.

(Bon Scott):
Phil Rudd (baterista): “As coisas estavam indo muito bem, foi um tremendo choque, esperávamos que ele retornasse perfeitamente no outro dia.”

Mutt: “Malcolm foi até a sala de controle do estúdio e disse: “Vocês não vão acreditar, Bon morreu na noite passada.”

Angus: “A única coisa que nos fez continuar foi “Mal”(Malcolm). Ficar juntos e escrever. É o que fizemos e apenas continuamos. ”

Malcolm: “Eu e Angus estávamos juntos, e eu disse: “Vamos ensaiar como fazíamos, ainda não estamos acabados”. Podemos tocar guitarra, e fazendo isso nos tira da realidade. E fizemos isso por um bom tempo.”

Como o AC/DC não podia parar, começaram a busca por um novo vocalista. Após um fã mandar uma carta dizendo para a banda ouvir um tal de Brian Johnson, Brian fez um teste, foi aceito, e assumiu o antigo cargo de Bon Scott.

Brian Johnson (vocalista): “Recebi a primeira chamada telefônica: “Quantos anos você tem?”. Eu disse: “Por que você quer saber?”. Ela: “Tenho que saber sua idade, se você é muito velho, não pode…” Eu: “Pra que?”. Ela disse: “Para uma audição com uma banda.”. Eu: “Qual é a banda?”. Ela: “AC e TC”. Eu disse: “Você não quis dizer AC/DC?”. Ela disse: “Shazam!”.”

(Brian Johnson com Angus):
       Brian and Angus

Phil Rudd: “Tínhamos um sentimento positivo. Obviamente Brian tinha uma personalidade muito forte. Ele tinha uma voz única, provou que pode cantar e tem coalhões.”
Após alguns ensaios com o novo vocalista, AC/DC partiu para a composição do próximo álbum, o “Back In Black”.

Comentários dos músicos e do produtor sobre as principais musicas do “Back In Black”:
#Nota do escritor: seria muito interessante ler os comentários, ouvindo as musicas em questão.

Hells Bells:

Brian Johnson: “Acho que a vontade de Mal e Angus era fazer algo simbólico. Sabe? Pra quem o sino era tocado, ou algo assim, entende?”

Malcolm Young: “Lembro de ter ficado uma semana fora da gravação, porque os equipamentos ainda estavam chegando. Estávamos conversando sobre a intro de “Hells Bells”, era uma intro muito boa. Ela cria algo antes de tudo. E Angus criou o titulo “Hells Bells”. Eu estava mijando e então pensei: “Vamos arrumar um grande sino do caralho!”.

Angus Young: “Hells Bells é a primeira do álbum, porque tem um sino grande nela. Depois de um tempo percebemos que realmente as pessoas iam: “Ei tem um toque bacana!””.
(Malcolm Young):
                                   malcolm_young_07

Rock’n Roll Ain’t Noise Polution:

Malcolm Young: “Estávamos em Londres na época, e tinha aquela coisa sobre poluição sonora nos clubes em Londres, e todas as outras coisas. Queriam medidores de decibel aqui e ali. Na realidade queriam proibir tudo. Tínhamos 9 musicas e precisávamos de outra musica, para encaixarmos no final. Eu disse aos rapazes: “Por que não vão ao bar? Fiquem algumas horas por lá. Deixem eu e Angus com isso.”  Ficamos sentados ali, e Angus criou o titulo. Fizemos ela lenta para os rapazes sentirem. E no refrão Angus fez os acordes sozinho. Fizemos as coisas em 20 minutos e mostramos aos rapazes.  ”

Brian Johnson: “Começou a musica e eu perguntei: “O que eu faço?”. E Mutt disse: “ Ahh… apenas diga alguma coisa!”. Eu disse: “O que?”. Então Mal e Angus falaram: “Apenas arrebente Brian!". Basicamente o que fiz foi algo de instante. O que fiz foi: “Hey there all you middle men… ( Ei aí todos vocês negociadores…) Throw away your fancy clothe… (Joguem fora suas roupas extravagantes…) And why you out there sittin’ on a fence? ( E por que vocês ficam em cima do muro?)”. Eu estava tentando fazer isso soar musical ou algo do tipo. Mutt disse: “Excelente, vamos manter isso”.”

(Cliff Williams):
                                cliff
You Shook Me All Night Long:

Angus Young: “A introdução de abertura é um pequeno jingle de guitarra, e o riff do refrão foram feitos com outros dois riffs.”

Brian Johnson: “Lembro-me de um fã dizendo “Shook me all night long”. Escrevi algumas coisas pra poder então cantar. Os rapazes entraram e eu estava cantando: “She was a fast machine she kept her motor clean… (Ela era uma maquina veloz, mantinha seu motor limpo…) She was the best damn woman that I ever seen… (Foi a melhor mulher que eu já conheci…)”. Mutt veio até mim e disse: “Sabe Brian, tem muitas frases aí. Acho que deveria soar assim:” (musica é cantada mais pausadamente) Cantei assim e quando terminei Mal parou e soltou: ”Que porra é essa?! Não, não, não mude, está ótima, a musica toda.”.”
(Phil Rudd):
                        phill3
Back In Black:

Brian Johnson: “Me lembro que “Back In Black” foi particularmente difícil, porque os rapazes disseram: “Escute Brian, sabe, queremos que essa musica seja em memória de Bon, mas não queremos que seja triste ou fúnebre, queremos que represente algo bom, uma musica positiva.”. Foi muito difícil, mas acho que consegui fazer bem. É meio lenta, mas tem um riff fantástico. Os rapazes queriam um bom álbum de rock, em memoria de Bon, mas sem vitimísmo, sem coisas emocionais e toda essa porcaria que normalmente vem com isso. Queriam que o álbum fosse preto, senti em linhas como: “nine lives, cat’s eyes… (Nove vidas, olhos de gato…)”. Acho que foi porque Bon aproveitou bem seus dias. ”

Angus Young: “Quando Mal me mostrou a idéia deste riff a primeira vez eu disse: “Bacana e único. Yeah, tem balanço, se encaixa, é diferente. Bem, se você não gostar eu posso pega-lo para mim, e digo que eu escrevi isso!”. Bon era inocente. A musica que queríamos fazer era mesmo “Back In Black”. Ele sempre estava feliz em todos os lugares.”
(AC/DC atualmente):
            ac-dc
Shoot To Thrill:

Brian Johnson: “Basicamente não era sobre a “cultura de drogas”, estávamos pensando era… Na Inglaterra, naquela época, haviam muitos viciados em Valium. Porque o sistema nacional de saúde não valorizava as mulheres que estavam doentes e depressivas e essas coisas. Então o mais fácil era manda-las a um consultório e: “Tome aqui Valium…”. Essas pessoas, mulheres, dependiam disso. “Too many women with too many pills… (Muitas mulheres, muitas pílulas…)”.”

Todas as canções foram compostas por Malcolm, Angus e Brian. O álbum é formado pelas faixas:
Hells Bells – Shoot To Thrill – What Do You Do for Money Honey – Givin’ the Dog a Bone – Let Me Put My Love into You – Back in Black – You Shook Me All Night Long – Have a Drink on Me – Shake a Leg – Rock And Roll Ain’t Noise Pollution.

Após conhecer a história de um dos álbuns mais importantes do Rock’n Roll, o mínimo que você tem a fazer é aprecia-lo…

Let’s play HARD ROCK!

Fonte: Crazy Metal Mind

09 julho, 2012

Hoje Bon Scott completaria 66 anos de Idade


Hoje o valecido Frontman do AC/DC estaria completando 66 anos de idade,Ronald Belford Scott até hoje é lembrado por ser um dos melhores vocalista que ja existiu no Rock. com sua carisma e humildade Bon conquistou os Fãs do mundo todo.

Influenciado pelo pai que ja era musico na Escócia, Bon gostava de tocar bateria,gaita de fole, como na musica "It's a Long Way to the Top", e também tocava Flauta Doce. depois de ser o motorista do AC/DC, foi como baterista que foi chamado pra tocar na banda, mais como Bon gostava de pegar muitas garotas virou o Vocalista e assim foi que levou a banda ao sucesso mundial.

Bon que tinha como tema principal em suas letras bebida, carros, mulheres e curtição gravou 6 álbuns de estúdio com a banda o mais popular foi Highway To Hell lançado em 1979, e assim fez varias turnês com a banda.

No dia 19 de fevereiro de 1980 acontecia a maior tragedia da historia do AC/DC, apos a turnê de lançamento do Album Highway To Hell, Bon foi curti a noite com seu amigo, depois de muitas rodadas e beber muito Bon foi estava indo para casa e dormiu no carro de seu amigo, no dia seguinte Bon Scott foi encontrado morto sufocado pelo seu propio vômito.

Foi uma grande perda do Rock, Bon Scott é um exemplo de Rock Star...

BON SCOTT ETERNO ROCKER

Por: @AngusYoungFans
Fonte: Tributo a Bon Scott

04 julho, 2012

Brian revela segredo obscuro de Angus Young

Desde 1980 - ano em que Brian entrou para a banda -, a dupla de foras da lei, Angus e Brian, assumiram a árdua tarefa de dar a maioria das entrevistas que são pedidas ao AC/DC. E através delas não só conseguiram criar um vínculo indireto com os fãs como também conquistaram seus corações e respeito durante as poderosas apresentações da banda.

E nesses 32 anos juntos, vários álbuns, turnês e eventos aconteceram, e dessas passagens surgiram grandes histórias. Brian Johnson conta uma delas em seu livro, confira.

"Meu colega de trabalho Angus fuma maços de cigarros e toma chá, muitos e muitos de ambos. Ele sempre está fumando e bebendo numa conversa. Ele pode pegar uma guitarra e tocá-la, e assim transformar em instantes o momento num show monstruoso.

Angus é um guitarrista carismático e notável, mas guarda um segredo obscuro. E eu, Brian Johnson, estou prestes a cometer a maior das traições. Mas espere, não sou Judas! Sou um bom rapaz. Então, por que tenho que fazer isso?

Tenho que fazer
Pois meu corpo está numa sinfonia de caos
Minha alma diz: “conte o segredo”
Meu coração está uivando
Meu saco dizendo: “que se dane”

Meu interior está dividido entre contar a verdade ou deixá-la passar. Mas sou um cabeça dura, fanático mecanicamente desajustado. Poderia vender essa história para a revista Hello!, OK! ou qualquer outra revista de merda inútil e deixar algum paparazzo milionário - mas não vou fazer isso. Então eu mesmo contarei a vocês.

ANGUS NÃO TEM CARTEIRA DE MOTORISTA. Quero dizer, isso é como ser um ateu ou algo assim, não é?

Eu já desabafei, agora meu peito ficou mais aliviado.

Bem, lamento tanto por Angus quanto pelos carros."

Esse texto foi retirado e traduzido do livro Rockers and Rollers: A Full-Throtlle Memoir (Pág. 82,83) com o mero intuito de promovê-lo, sem fins lucrativos ou ônus sobre o material da respectiva Editora e Autor.

Retirado de: Whiplash.net e AC/DCBrasil

21 junho, 2012

AC/DC - Let There Be Rock

Por Paulo Severo da Costa | Em 20/06/12 Fonte: Whiplash

Existe um ano definitivo para o metal? Em 1980, “saíram” para o mundo “Back in Black”, ‘Blizzard of Ozz”,”British Steel”, “Ace of Spades”, “Iron Maiden”, que com certeza limparam os bolsos de muita gente (no exterior, claro - nessa época as coisas demoravam mais por aqui..). Bom, se esse não foi o ano mais importante, com certeza foi um marco definitivo desse som que nos tornou dependentes auditivos, “espalhando a doença” por aí.

Mas se 80 foi um ano tão foda, três anos antes, o mundo também levava suas chacoalhadas. "Lights Out, Live!" (do STATUS QUO), "Bat Out Of Hell", "Draw The Line", e o recém nascido punk com "Rocket to Russia" e "Never Mind the Bollocks" davam suas caras. E, dentro da primeira categoria, o álbum mais cacetada do AC/DC nos anos 70, "Let There Be Rock".

Esse é tão clássico quanto Mozart ou Van Gogh: o disco é "top" de ponta a ponta (alguém vai dizer que é chover no molhado). Depois de bem firmados no chão fértil do rock n´roll com "Dirty Deeds Done Dirt Cheap", o povo lá da Austrália fez um estrago considerável na discografia do metal.

Na sua versão internacional, o disco teve a faixa "Crabsody In Blue" substituída por "Problem Child", o que, para mim, foi um grande negócio - mesmo as duas sendo de outro planeta. "Dog Eat Dog" tem um acompanhamento de bateria quase tribal com BON SCOTT expelindo fogo pelas ventas. Já "Go Down" e a já citada "Problem Child" parecem saídas de jam sessions, tamanha a simplicidade e o jeitão blueseiro das duas.

Se "Bad Boy Boogie" fez o KISS pensar bastante na vida, "Hell Ain´t a Bad Place To Be" prova que o inferno realmente não é ruim como pintam. "Overdose" parecia prenunciar "Back in Black" - pela sonoridade, não pela morte prematura de BON.

Por último o prato principal: a primeira vez que ouvi AC/DC foi no vinil de "If You Want Blood You've Got It" e o que mexeu no meu cérebro foram as versões de "The Jack", "Whole Lotta Rosie" e "Let There Be Rock". Depois de tempos, descobri que eram boas de qualquer jeito, e as versões originais das duas últimas coroam essa tremenda "coletânea" da banda.

Nota 10!

Track list:
• "Go Down"
• "Dog Eat Dog"
• "Let There Be Rock"
• "Bad Boy Boogie"
• "Overdose"
• "Problem Child"
• "Hell Ain't a Bad Place to Be"
• "Whole Lotta Rosie"

13 junho, 2012

A desastrosa compra de um carro por Cliff Williams

 Cliff Williams entrou para o AC/DC em 1977 substituindo o então baixista Mark Evans. Seu primeiro álbum de estúdio com a banda foi gravado em 1978, "Powerage", que conquistou instantaneamente a confiança dos fãs e membros do AC/DC.

Cliff, junto com Angus Young, foram os únicos que não deixaram a banda durante 34 anos.

O vocalista Brian Johnson, que entrou para o AC/DC em 1980, se tornou um grande amigo de Cliff dentro e fora dos palcos. Essa relação resultou em boas histórias. Brian descreveu uma delas em sua autobiografia. Confira a matéria traduzida pelo AC/DC Brasil.net (http://www.acdcbrasil.net/site).

Imagem
"Em meados dos anos 80 Cliff me visitou em Newcastle. Fizemos uma pausa antes de tocar no Glasgow Apollo. Próximo a minha casa havia uma concessionária de carros usados de luxo, quando passamos em frente Cliff gritou, 'Ei Jonna (Brian), olha aquilo cara!' Olhei pela janela e era um Aston Martin DB5, azul escuro, uma capota larga linda, parecendo aquela coisinha da mulher. Vermelho por dentro e tudo mais. Era maravilhoso.

'Eu tenho que ter um desses!', disse ele. 'Mas Cliff', eu disse, 'Você mora no Havaí!' 'Eu moro!', respondeu.

Ahh, já era. O carro havia conquistado seu coração, e também seu cérebro. Ele sequer perguntou quanto era e já tinha feito o cheque. Esse carro pode fazer isso com você. O vendedor lhe disse: 'Bem senhor, nós ainda não o verificamos completamente, mas eu o dirigi até o trabalho nessa manhã e ele andou muito bem.'

Ahh não, aquele vendedor mentia sem estar mentindo. E Cliff estava com aquele olhar em seu rosto como se alguém estivesse fazendo sexo  oral nele. 'Acorda parceiro! Volte! Não vá para a luz!' Tentei amarrar uma corda na cintura dele, mas já era tarde demais. O vendedor tinha aberto a porta do condutor e Cliff estava no banco do motorista, mas seu cérebro não estava. E com isso seu dinheiro estava indo embora.

'Cliff', eu disse, 'temos que estar em Glasgow em duas horas parceiro.' 'Ah tenho certeza que podemos agilizar a compra'. Eu não sabia que o vendedor era experiente.

'Sim, sim!', disse Cliff. A saliva que caia de sua boca parecia uma máquina de lavar transbordando. Ele parou lentamente com um olhar pensativo, parecia que alguma coisa o incomodava. 'Eu vou dirigir até Glasgow'.

'O que?!' eu falei. 'O carro nem foi inspecionado!'.

Assim que entramos no carro, um pouco inseguro, um pouco tributado e um pouco inspecionado, percebi que seria muito inteligente ter deixado o carro onde estava. Mas Cliff amou o carro. Pois tinha o cheiro parecido com o escritório de Sherlock Holmes, todo amadeirado, encerado e tudo mais. Estávamos a caminho de Glasgow.

'Ei, Jonna, esse carro é barulhento', Cliff disse. 'Engate a segunda, companheiro'. Estávamos andando a 60 em primeira marcha. 'Oh merda, estou tão acostumado aos automáticos nos Estados Unidos'. 'Terceira e quarta não é uma opção ruim'.

Sua técnica de condução resultou em consequências desastrosas mais tarde naquele dia. Meia hora depois, Cliff disse, 'Ei, Jonna está chovendo cara! Onde aciona o limpador?' 'Acho que é no painel, onde diz 'limpadores''. 'Ah é!'.

Ele apertou e nada. Mais algumas tentativas e definitivamente não funcionava. Essa era uma parte do carro que não foi verificada. A chuva começava a piorar e não conseguíamos ver mais nada. Nós encostamos, e me lembrei de um velho truque. Tiramos os nossos cadarços de tênis e os amarramos nos suportes dos limpadores, e pelas duas janelas, Cliff puxava de um lado e eu puxava de outro. Era arcaico mas funcionava, andando a 30 por hora.

'Por** está funcionando, Jonna! Estamos conseguindo!'. 'Você peidou?' Perguntei ao Cliff. 'Não agora', ele respondeu. 'Então alguém peidou. A não ser que estejamos passando por algum desses lugares de tratamento de esgoto.' 'É aquela fumaça, Jonna?'. 'Ah merda Cliff, esse vapor está vindo do capô cara! Pare na primeira garagem que você ver'.

Estávamos na estrada A69 indo em direção a M6, onde garagens são mais raras que merda de cavalo banhado a ouro. Assim que saímos da estrada, paramos na garagem de uma pequena vila. Quando abrimos o capô subiu uma nuvem de fumaça. O mecânico levantou a cabeça para fora e disse, 'É filho, um cilindro do motor se foi'.

Ah não, outra merda que não foi completamente verificada. Nós rapidamente ligamos para o nosso Tour Manager (Gerente de Turnê) e contamos o que havia acontecido, e ele rapidamente disse sobre o quão idiotas nós éramos. Chamamos um táxi. O motorista era um homem muito alegre, foi dirigindo a 80 até Glasgow. Assim que chegamos, ele se virou e disse, 'Sabe rapazes, nunca tinha ido para nenhum país do exterior'.

A garagem na qual deixamos o Aston Martin o rebocou até o vendedor em Newcastle. Cliff ficou muito bravo. 'Que pedaço de merda, Jonna! Eu não posso acreditar que fiz isso. Nunca vou comprar outro Aston Martin, enquanto eu estiver vivo'.

Hoje Cliff vive em Savannah, Georgia, e dirige um Aston Martin DB9."

Esse texto foi retirado e traduzido do livro Rockers and Rollers: A Full-Throtlle Memoir (Pág. 11-13) com o mero intuito de promovê-lo, sem fins lucrativos ou ônus sobre o material da respectiva Editora e Autor.

Fonte: Whiplash.net

23 maio, 2012

Jimmy Barnes: desfazendo lenda sobre o AC/DC

O vocalista Jimmy Barnes acabou de vez com uma lenda popular do Rock ao declarar que nunca chegou a ser abordado pelo AC/DC para substituir Bon Scott – algo que já havia feito no grupo Fraternity, em 1975. “Isso virou um mito urbano, sequer conversei com os caras sobre o assunto. Bon era um grande amigo meu. Costumava ir ao estúdio vê-los gravar. Conhecia Angus e Malcolm Young, assim como Harry Vanda e George Young. Nos dávamos muito bem, mas a ideia de fazermos algo juntos nunca foi discutida. Esse é um daqueles assuntos que foi escrito tantas vezes por pessoas diferentes que se tornou verdade, mesmo sendo fruto da imaginação”.


Fonte: Whiplash

19 maio, 2012

#HappyBDayPhilRudd Hoje o Baterista completa 58 anos

Phil Rudd (Melbourne, Austrália - 19 de maio de 1954), também conhecido como Adami, é um baterista australiano, membro da banda AC/DC.

Entrou em 1975 na banda. Ficou até 1983, quando houve um desentendimento com Malcolm Young e após esse episódio, ele saiu do AC/DC. Outro motivo pela sua saída foram os vícios de drogas e bebidas.
Após sua saída da banda, Phil montou na Nova Zelândia uma escola de pilotos de helicóptero. Em 1994, quando a banda estava fazendo shows na Nova Zelândia, perguntaram se ele queria voltar e ele aceitou.
Phil tem em seu estilo de tocar bateria uma boa "pegada", com muito controle sobre o ritmo da música. Costuma conduzir a música de uma forma simples, porém bem executada, misturando levadas de blues.

Nós do Fã Clube Angus Young Desejamos um Feliz Aniversario Phil Rudd

HAPPY BIRTHDAY PHIL RUDD


Entrevista com Dave Evans primeiro vocalista da banda AC/DC.


Bom galera, por muito tempo, eu (@_ACDCFrases) tentei entrevista o Dave Evans, para postar aqui no Blog para vocês, e eu conseguir, caralh* to muito feliz, na boa. Acompanhem a entrevista abaixo:


É uma honra entrevistá-lo, nós aqui do Brasil admiramos muito o seu trabalho, como eu disse que não falam Inglês mais vamos tentar.



1: Como você conseguiu entrar na banda AC/DC?

R: Eu respondi a um anúncio no jornal local de Sydney para um cantor de hard rock. então liguei e era Malcolm Young que estava no final do telefone. Ele tinha dois outros caras que ele estava tocando com ele, Colin Burgess e Larry Van Kriedt. Eu os conheci na sala de ensaio e depois tocamos algumas músicas, apertaram as mãos e formaram uma banda. Angus fez o teste uma semana depois e ele se juntou a nós e formamos a banda com cinco membros. Mais tarde, chamado AC/DC.

2: Você ainda mantém em contato com algum membro da banda?

R: Eu cruzei com um casal de ex-membros ao longo dos anos, mas não tenho visto ou falado com os irmãos Young desde os anos setenta.

3: Depois que você saiu da banda, como foi sua carreira?

R: Entrei para os Wild Rockers, e gravei dois álbuns com eles e, em seguida, passei a gravar com Thunder Down Under antes de embarcar em minha carreira solo lançando álbuns em todo o mundo e em turnê nos EUA e na Europa.

4: O que você achou de Bon Scott, e o que você acha de Brian Johnson?

R: Cada um é diferente e tinha sucesso com o AC/DC como assim como o nosso próprio disco de sucesso Can I Sit Next To You, Girl?  Que foi votado o melhor único australiano para 1974.

5: O que você acha do Sucesso Mundial do álbum Highway to Hell?

R: Eu não tenho nenhum álbum do AC/DC, mas o sucesso do AC/DC é incrível.

6: Você já falou com Bon Scott?

R: Sim, ele costumava ficar em torno de nós, quando estávamos em Adelaide, e eu falei com ele novamente depois que ele entrou na banda. Apertamos as mãos e desejamos um ao outro boa sorte.

7: Você pretende vir fazer uma turnê no Brasil ou na América do Sul?

R: Eu adoraria.

8: Você ajudou a escrever o single, Can I Sit Next To You, Girl?

R: Foi escrito por Malcolm Young. Eu escrevi Sunset Strip, Midnight Rockin 'e me apaixonei com a banda, mas Bon Scott reescreveu a letra e renomeou as músicas quando entrou.


Pois bem galera, foi isso, eu pedi se ele quisesse poderia divulgar algo, para vocês, mais ele ficou de boa.


Essas fotos acimas foi com a primeira formação do AC/DC: Rob Bailey, Angus Young, Malcolm Young, Dave Evans & Peter Clack. Primeira formação do AC/DC.





14 maio, 2012

Angus Young eleito o melhor guitarrista da Austrália

Angus Young, do AC/DC, foi eleito o melhor guitarrista de todos os tempos da Austrália, pela revista "Australian Guitar". A revista elegou os 50 melhores, e nela, ainda é incluso o outro guitarrista do AC/DC, Malcolm Young.

A lista completa pode ser vista abaixo, mas a partir da décima colocação, não foi divulgado a posição dos outros músicos:

1- Angus Young (AC/DC)
2- Tommy Emmanuel (Tommy Emmanuel)
3- Ian Moss (Cold Chisel)
4- Chris Cheney (The Living End)
5- Rick Brewster (The Angels)
6- Slava Grigoryan (Slava Grigoryan)
7- Deniz Tek (Radio Birdman)
8- Jim Moginie (Midnight Oil)
9- Lobby Loyde (Billy Thorpe and The Aztecs)
10- Ross Hannaford (Daddy Cool)
Malcolm Young (AC/DC)
Adalita (Magic Dirt)
Marty Willson-PiperMick Harvey (Nick Cave and the Bad Seeds/Grinderman)
Tim Rogers (You Am I)
Rowland S Howard (Boys Next Door/Birthday Party)
Ed Kuepper (The Sains/Laughing Clowns/Black Ticket Day)
Spencer P Jones (The Johnnys/Beasts of Bourbon/Spencer P Jones)
Gareth Liddiard (The Drones/Gareth Liddiard)
Brad Shepherd (The Hitmen/Hoodoo Gurus/The Moncharchs)
John Butler (John Butler Trio)
Jeff Lang (Jeff Lang/Chris Whitney)
Kim Salmon (The Scientists/Beasts of Bourbon)
Ash Naylor (Even/Rail)
Tom Lyncolgn (The Nation Blue)
Paul Dempsey (Something for Kate/Paul Demspey)
Jim Skiathitis (The Atlantics)
Blackie (The Hard Ons)
Billy Thorpe (Billy Thorpe and the Aztecs)
Dutch Tilders (Dutch Tilders)
Orem Ambarchi (Orem Ambarchi)
Dave Hole (Dave Hole)
Kevin Borich (Kevin Borich)
Charlie Owen (The New Christs/Beasts of Bourbon/The Divinyls, Tex Perkins and the Dark Horses)
Pete Wells (Rose Tattoo)
Frank Gambale (Chick Corea Electrik Band)
Brett Garsed (John Farnham/Nelson/TJ Helmerich)
Diesel (Mark Lizotte) (Diesel/Johnny Diesel and the Injectors)
Daniel Johns (Silverchair)
Darren Middleton (Powederfinger)
John Williams (John Williams)
Jona Weinhofen (I Killed The Prom Queen)
Joe Robinson (Joe Robinson)
Michael Fix (Michael Fix)
Orianthi (Orianthi)
Phil Emmanuel (Phil Emmanuel)
Keith Urban (Keith Urban)
C W Stoneking (C W Stoneking)
Lloyd Spiegel (LLoy Spiegel)
Geoff Achison (The Souldiggers)

Fonte: Whiplash

07 maio, 2012

Larry Van Kriedt: o baixista fundador do AC/DC

Larry Van Kriedt, foi o primeiro baixista da banda, participando da formação original. Larry se uniu ao AC/DC  em 1973 juntamente a Malcolm Young, Angus Young, Dave Evans e Colin Burgess. Nasceu em San Francisco e sempre teve uma vida centrada em torno da música, particularmente Jazz. Larry começou a tocar contrabaixo aos 9 anos, violão aos 12, acrescentando saxofone e vocal aos 15. Estudou jazz, harmonia, composição e arranjo musical com seu pai.

Imagem

Em 1969 Larry mudou-se com sua família para Sydney, Austrália, onde ele conheceu Angus Young logo após sua chegada. Angus saía com ele e seu irmão, Malcolm. Uma de suas primeiras sessões de estúdio foi em 1973, como baixista original do AC/DC.

Larry ficou no AC/DC durante 4 meses, depois de sua partida em fevereiro de 1974, foi substituído por Neil Smith. O AC/DC usou uma sucessão de baixistas nos próximos meses, e Van voltou por alguns dias em janeiro de 1975. Foi decidido que o papel de baixista ficaria por conta de Malcolm Young ou com o irmão mais velho dos Young, George Young, até que uma solução permanente pôde ser encontrada. Mark Evans entrou em março de 1975.

Em 1997 larry já não estava mais na banda e viveu em Marrocos até 1998, onde trabalhou como músico na sua banda Afram, fazendo rádio, televisão e arrecadando fundos para instituições de caridade.
Larry foi o único na história da banda que nasceu nos Estados Unidos

Fonte: Whiplash, Planeta AC/DC

19 abril, 2012

Dirty Deeds: novo documentário sobre o AC/DC

Documentario lançado em 2011 que tem uma duração de 65 minutos
Capa do Documentario
Capa do documentario
Assista abaixo o documentario:



Fonte: AC/DC Noticias

16 abril, 2012

Relembrando o AC/DC no Rock & Roll Hall of Fame 2003


Já que estamos em clima de R&R Hall of Fame que aconteceu Sabado(14/04/2012) a Noite com varias bandas inclusive Guns N' Roses que tocaram com sua formação antiga sem apenas Axl Rose e Izzy Stradlin(saiba mais...), e a banda Red Hot Chili Peppers. então resolvemos mostrar um pouco como foi a introdução do AC/DC em 2003.

Steven Tyler Indroduzindo o AC/DC no R&R Hall of Fame 2003


Veja AQUI a Tradução.

Veja o AC/DC recebendo o Prêmio do Rock & Roll Hall of Fame com todos os membros da banda comparecendo.




Performance do AC/DC tocando Highway To Hell

31 março, 2012

#HappyBDayAngusYoung Hoje Completa 57 anos

Hoje nosso Idolo Angus Young está completando 57 anos de vida, quanto mais velho vai ficando, nossa paixão aumenta mais por seus solos e riffs desse eterno guitarrista.

Há exatos 57 anos atras no dia 31 de março de 1955 nascia um dos maiores icones do rock, seus pais William e Margaret Young nem imaginavam que ali estava nascendo o lider de uma das maiores banda de Rock de Todos os tempos.

Angus sempre foi apaixonado pela música, principalmente pelo rock n'roll, ainda mais quando seus irmãos mais velhos Malcolm e George Young pensavam em formar bandas, e Angus começou a tocar violão aos 7 anos de idade, Angus morava em Glasgow, Escócia mais em 1963, aos 8 anos, se mudou para Sydney na Australia, e mais tarde se naturalizou Australiano.

O primeiro violão do Angus foi uma banjo, era de sua familia, que ele mudou a afinação, Angus começou a tocar guitarra quando ganhou sua Gibson SG, Angus gostava tanto de sua guitarra que por onde ia, era acompanhado dele.

Depois de um tempo Angus tocou junto com seu irmão Malcolm Young em uma banda chamada, Kantuckee, a banda tinha como formação o Bob McGlynn (Vocal), Jon Stevens (Baixo) e o próprio na guitarra, mais que não fez sucesso.

Em 1973 Angus e Malcolm formaram o AC/DC, A primeira música da banda chamou-se "Can I Sit Next to You Girl", e até hoje tem 16 álbuns de estúdio e são quase 40 anos da Banda, mais os Senhores do Rock com muita disposição para fazer muito mais.

Nós do Fã Clube Desejamos um Feliz Aniversario a esse eterno Guitarrista do AC/DC, Angus Young

HAPPY BIRTHDAY ANGUS MCKINNON YOUNG

Confira o video do Fã Clube em Homenagem ao Angus Young, Criado por @leoxavier77

Veja a Homenagem dos Fãs no Twitter

31 dezembro, 2011

AC/DC subia ao palco pela primeira vez no dia 31 de Dezembro de 1973.

31 dezembro de 1973, o AC / DC subiu ao palco pela primeira fez num clube pequeno chamado Chequers em Sydney, Australia. O show ocorreu logo após a formação da banda por Malcolm Young, e Mais tarde assinaram com a Albert Productions

A formação da banda era a Seguinte:

Larry Van Kriedt - Baixista
Dave Evans - Vocalista
Colin Burgess - Baterista
Angus Young - Guitarra Solo
Malcolm Young - Guitarra rítmica

Setlist:

1. School Days 
2. Honky Tonk Woman
3. Get Back
4. Jumpin' Jack Flash
5. No Particular Place to Go
6. Nadine
7. I Want You (She's So Heavy)
8. The Old Bay Road
9. Midnight Rock
10. Sunset Strip
11. Rock 'n' Roll Singer
12. Soul Stripper
13. Rockin' In The Parlour
14. Can I Sit Next To You Girl
15. Baby, Please Don't Go

22 agosto, 2011

Angus Young do AC / DC se abre em sua primeira entrevista Guitar World de 1984.

A história original de Steven Rosen correu com a manchete "Angus Young: O homem de calças curtas é longo no Chops guitarra Mas não pergunte a ele o equipamento que ele usa,". 



Em uma indústria enlouquecido com detalhes, onde cada guitarrista sabe à enésima potência, não só os medidores de suas cordas, mas as ligas que os tornava-se, onde cada jogador tem um rack de pedais, gadgets e gizmos que befuddle mais representativos qualquer NASA , Angus Young se destaca como um guitarrista que é desinteressado e unamused. Ao se referir à sua variadamente datado Gibson SG, Young chama-lhes "Esta guitarra" ou "Essa coisa".

Raramente "Este SG". Ele admite não saber os nomes dos acordes, e somente após o ingresso AC / DC fez ele desenvolver algum sentido de nomes de acordes e descrições.

Mas para todos a sua falta de conhecimento técnico, Angus Young é um dos raros jogadores que tem sido capaz de impulsionar as propriedades normalmente monolítica de hard rock para fora da janela e substituí-los com sobreposições intrigante de rítmica 
instrumentos.

Jovem artista, febril e maníaco, encarna um estilo de guitarra estridente que fez ele e sua banda AC / DC a 
queridinhos suja da Austrália e catapultou o quinteto em estatuto internacional. Angus combina frases levam rápida com ritmos pedaço (o ritmo principal é criado pelo irmão de Malcolm na guitarra base) e uma persona estágio estranho ainda forte elevou o nome Angus "para os escalões superiores de jogadores rock.

Fora do palco, porém, ele é um pouco mais suave, tomando chá quente, sempre brincando e continuamente se movendo várias 
partes de sua anatomia, incluindo cabeça, mãos e pés (para não mencionar a rolling constante de olhos).

O que não é constante, porém, é a abordagem e direção de AC / DC 's de música. Concedido, o quinteto australiano pode 
dificilmente ser rotulados de meia-of-the-road ou pop rock (que seriam mais do que provável para extrair os dentes do etiquetadora com um par de alicates de bico fino, se tal um mesmo ocorreu), mas a marca-los estritamente como mutante heavy metal é uma avaliação falsa.

Young, que começou a jogar aos cinco anos em um banjo restrung com seis cordas, tem um desprezo real para a maioria dos conjuntos de rock poder. A interação entre Angus e Malcolm irmão mais velho (a quem os jovens mais jovens cita como um jogador muito mais realizado do que a si mesmo) é a principal razão para a tomada de AC / DC mais a sério do que o dilúvio de outras bandas de rock monstro. O grupo para o homem que pensa de heavy metal? Dificilmente.

Mas, certamente, eles injetam mais em sua música que pode ser ouvida em uma escuta.

"Nós tentamos fazer tudo com uma nova abordagem", oferece Young. "Tentamos ter uma idéia do que querem, basicamente, a partir do álbum. Nós não gostamos de deixar as pessoas seco ou tê-los dizer: 'Esses caras nos deixaram e ido para outra coisa." Essa coisa de auto-indulgente. Assim, procuramos mantê-lo e básico. Um monte de gente dizer que o trabalho de uma fórmula, mas nós não. Tentamos uma nova abordagem o tempo todo.

"Eu vi o Deep Purple ao vivo uma vez e eu pago o dinheiro para ele e pensei, 'Nossa, isso é ridículo." Você apenas ver através de todo esse tipo de coisa. Nunca gostei daqueles Purples profundas ou esse tipo de coisas. Eu sempre odiei. Eu sempre pensei que era um homem pobre Led Zeppelin. "

Faixas como "Back in Black" e "You Shook Me All Night Long" (Ambos de Back In Black ) e praticamente todas Flick of the Switch (seu mais novo) são fortes exemplos desta tecelagem de partes de guitarra e texturas. Angus, que receberam sua primeira guitarra de verdade elétrica (a Hofner) quando irmão Malcolm adquiriu uma Gretsch, está em desacordo em explicar como essas partes de guitarra são criados.

"Ele vai conseguir alguma coisa e eu vou jogar junto", afirma o guitarrista, cujo único aulas foram na forma de assistir seu jogo irmão. "É uma coisa natural. Suponho que seja apenas algo que fazemos bem juntos. Ele parece ter um grande comando de ritmo e ele gosta de fazer isso. Isso para mim é mais importante porque se nós estamos tocando ao vivo e algo vai errado com o meu engrenagem e minha guitarra sai, você ainda pode ouvi-lo e não é vazio.

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